A televisão cada vez mais alta, as respostas fora de contexto, o “o quê?” que virou rotina nas conversas. Muitas vezes quem percebe primeiro a perda auditiva não é o idoso, e sim os filhos, o cônjuge ou os netos.
A perda auditiva ligada à idade costuma se instalar devagar, nas duas orelhas, e a pessoa vai se adaptando sem notar. O problema é que essa adaptação tem custo: menos conversa, menos convívio e mais cansaço. Por isso a audiometria não precisa esperar a dificuldade ficar evidente.
Neste artigo mostramos os sinais que merecem atenção, por que vale investigar cedo e como é o exame para o idoso no INAB, em Águas Claras, em atendimento particular e sem necessidade de pedido médico.



