Impedanciometria

SOBRE O EXAME

Muito além de fazer um exame de audição

A impedanciometria avalia o funcionamento da orelha média, analisando o tímpano e os ossículos da audição. Inclui testes como timpanometria e reflexo acústico.

No INAB, realizamos a impedanciometria com técnica e análise especializada. Este exame complementar é crucial para diagnosticar com precisão condições como otites, disfunções tubárias, perfurações timpânicas e alterações na cadeia ossicular, fornecendo um mapa completo da saúde mecânica do seu sistema auditivo.
INAB - Instituto de Neuroaudiologia Brasília - Impedanciometria

Por que realizar a Impedanciometria no INAB?

Vantagens e benefícios

Indicado para:

Perguntas frequentes

É um exame doloroso?

Não. Pode causar apenas leve sensação de pressão.

Sim, inclusive em bebês.

Cerca de 5 a 10 minutos.

Não. Os exames se complementam.

No INAB, a Impedanciometria é mais do que um gráfico; é uma peça fundamental no quebra-cabeça do seu diagnóstico auditivo. Agende sua avaliação e tenha clareza sobre o funcionamento da sua orelha média.

As curvas timpanométricas e o que indicam

O resultado da timpanometria é um gráfico — o timpanograma — cuja forma é classificada em tipos. Cada tipo aponta para um cenário clínico distinto:

Sintomas que justificam a investigação

A impedanciometria costuma ser solicitada quando a queixa é mecânica, e não apenas de perda de audição:

Por que ser um exame objetivo faz diferença

A impedanciometria não depende de o paciente dizer se ouviu. O equipamento mede uma propriedade física da orelha média, e a medida é a mesma se o paciente é um bebê de dois meses, uma criança agitada ou um adulto que não fala português.

Isso resolve um impasse clássico da audiologia pediátrica: a criança que “não responde” em uma avaliação comportamental. Ela não responde porque não ouve, porque não entendeu a tarefa, ou porque não quis colaborar? A impedanciometria remove essa dúvida ao mostrar objetivamente se existe líquido na orelha média bloqueando a condução do som — e diferencia a criança com efusão daquela cuja dificuldade é de processamento auditivo central. São condutas completamente diferentes.

Rinite, tuba auditiva e o clima de Brasília

Há um fator regional que merece atenção. O clima seco do Distrito Federal e os longos períodos de baixa umidade agravam quadros de rinite e sinusite, e a inflamação das vias aéreas superiores repercute diretamente na tuba auditiva — o canal que equaliza a pressão da orelha média com o ambiente.

O resultado é a queixa que ouvimos com frequência no consultório: ouvido tampado sem dor e sem infecção aparente, muitas vezes com timpanograma tipo C. Quando essa pressão negativa persiste, ela pode evoluir para acúmulo de líquido e perda auditiva condutiva — que, em crianças, passa despercebida por meses e compromete justamente o período de aquisição da linguagem.

Outras dúvidas sobre a impedanciometria

O que significa timpanograma tipo B?

Curva achatada, sem pico de mobilidade. Com volume de conduto normal, sugere líquido na orelha média. Com volume aumentado, sugere perfuração timpânica ou tubo de ventilação funcionante.

Não costuma ser grave, mas merece atenção. Indica pressão negativa por disfunção da tuba auditiva, quadro frequente em quem tem rinite. Se persistir, pode evoluir para acúmulo de líquido.

Sim. O cerume obstruindo o conduto altera as medidas. Fazemos meatoscopia antes e, se houver obstrução, orientamos a remoção com o otorrinolaringologista e remarcamos.

Sim, e é justamente um dos motivos para fazer o exame. A inflamação das vias aéreas superiores compromete a ventilação da tuba auditiva e costuma se manifestar como curva tipo C ou tipo B.

Impedanciometria por região

Fontes e referências

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