Exame de Processamento Auditivo Central (PAC)

SOBRE O EXAME

Muito além de fazer um exame de audição

O exame de Processamento Auditivo Central (PAC) avalia a forma como o cérebro interpreta e organiza os sons que chegam pelos ouvidos. Diferente dos exames que analisam apenas a audição periférica, o PAC investiga as habilidades auditivas centrais, fundamentais para a comunicação e a aprendizagem.

No INAB – Instituto de Neruoaudiologia de Brasília, realizamos a Avaliação do Processamento Auditivo Central (APAC) com uma abordagem neuroaudiológica completa e integrada. Nossa bateria de testes comportamentais e eletrofisiológicos é personalizada para investigar as diversas habilidades auditivas centrais (como discriminação, figura-fundo, memória e atenção auditiva), fornecendo um perfil detalhado de como o cérebro de cada paciente processa o som. Este é o passo definitivo para entender queixas como “ouço, mas não entendo”, especialmente em ambientes ruidosos.

Exame de Processamento Auditivo Central (PAC)

Por que realizar a Avaliação do PAC no INAB?

Por meio de uma bateria padronizada de testes comportamentais, o exame avalia habilidades como:

O PAC é indicado para crianças (a partir dos 7 anos de idade), adolescentes e adultos que apresentam queixas como dificuldade de compreensão da fala, especialmente em ambientes ruidosos, trocas na fala, dificuldades de leitura e escrita, desatenção auditiva, baixo rendimento escolar ou queixas acadêmicas e profissionais.

Os resultados permitem um diagnóstico preciso, auxiliando no raciocínio clínico fonoaudiológico e na definição de condutas terapêuticas individualizadas, baseadas em evidências científicas, promovendo melhora na comunicação, no desempenho escolar e na qualidade de vida.

Público-alvo e idade mínima:

Vantagens e benefícios

Perguntas frequentes

É o mesmo que audiometria?

 Não. Avalia o processamento do som no cérebro.

Sim, quando indicado.

 Cerca de 60 minutos.

No INAB, desvendamos o complexo mundo do processamento auditivo. Entendemos que ouvir é muito mais do que detectar sons; é dar sentido a eles. Se você ou alguém que você conhece enfrenta esses desafios, nossa avaliação pode ser a chave para transformar a forma de se conectar com o mundo através da audição.

TPAC, TDAH e dislexia: como se diferenciam

O Transtorno do Processamento Auditivo Central se confunde facilmente com outras condições porque compartilha sintomas. A diferença está no padrão:

Por que a idade mínima é 7 anos

A avaliação completa do PAC é indicada a partir dos 7 anos. Não é uma convenção administrativa: antes disso o sistema auditivo central ainda está em maturação, os valores de referência não se estabilizaram e um desempenho abaixo do esperado pode refletir simplesmente idade, e não transtorno.

Isso não significa esperar de braços cruzados. Em crianças menores com queixa auditiva, investigamos a audição periférica com audiometria, impedanciometria e emissões otoacústicas, tratamos o que for tratável — otites de repetição, por exemplo — e reavaliamos o processamento central na idade adequada. Intervir cedo no que é possível é diferente de aplicar um teste que ainda não tem validade.

Como a audição sustenta a leitura e a escrita

A alfabetização é, na origem, uma tarefa auditiva. Antes de associar letra a som, a criança precisa perceber que a palavra é feita de partes, distinguir fonemas parecidos e reter a sequência em que aparecem. Quando alguma dessas habilidades falha, o efeito aparece com cara de problema pedagógico:

O que muda depois do laudo

Um relatório que apenas nomeia o problema tem valor limitado. O que transforma a rotina do paciente são as condutas que ele destrava — e boa parte delas é gratuita e imediata.

Ajustes de sala de aula têm efeito mensurável: posicionar a criança longe de janelas e portas, garantir contato visual antes de dar instruções, fragmentar comandos longos, complementar por escrito o que foi dito oralmente. Somados à terapia em Processamento Auditivo Central, que treina diretamente as habilidades alteradas, formam um plano que atua na causa em vez de insistir na repetição do conteúdo.

Outras dúvidas sobre a avaliação do PAC

Qual a diferença entre TPAC e TDAH?

No TDAH a dificuldade de atenção é generalizada, atingindo qualquer modalidade sensorial. No TPAC ela é predominantemente auditiva e piora de forma marcante em ambientes ruidosos. As duas condições podem coexistir.

Sim, é obrigatório. Sem confirmar que a audição periférica está normal, um resultado alterado nos testes centrais pode estar apenas refletindo uma perda auditiva não diagnosticada.

Sim. É indicado para adultos com queixa persistente de compreensão em reuniões, aulas, ligações e ambientes ruidosos, especialmente quando a audiometria está normal.

O laudo descreve quais habilidades estão alteradas e em que grau, o que direciona o plano de terapia em Processamento Auditivo Central e as orientações práticas para escola, família e trabalho.

Exame PAC por região

Fontes e referências

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