VENG

SOBRE O EXAME

Muito além de fazer um exame de audição

A VENG avalia o sistema vestibular, responsável pelo equilíbrio, por meio da análise dos movimentos oculares.

No INAB, realizamos a Vectoeletronistagmografia (VENG) com técnica refinada e análise especializada em neurotologia. Este exame é considerado o padrão-ouro para investigar a função do labirinto (ouvido interno) de forma objetiva, permitindo localizar com precisão se a origem de tonturas, vertigens e desequilíbrios está no sistema vestibular periférico ou se há indícios de comprometimento do sistema nervoso central.
INAB - Instituto de Neuroaudiologia Brasília - VENG

Por que realizar a VENG no INAB?

Vantagens e benefícios

Indicado para investigar:

Perguntas frequentes

O exame causa tontura?

Pode causar leve desconforto temporário.

 Em média, 40 minutos.

 Sim. Orientações específicas são fornecidas previamente.

Pessoas com tontura, vertigem ou desequilíbrio.

No INAB, a VENG é mais do que um exame para tontura; é um mapa funcional do seu labirinto. Oferecemos a clareza diagnóstica necessária para que você dê o próximo passo em direção ao equilíbrio e à qualidade de vida. Deixe-nos ajudá-lo a encontrar a causa e o caminho para o tratamento.

Os tipos de tontura e o que cada um sugere

“Tontura” é uma palavra que esconde quadros muito diferentes, com causas e tratamentos distintos. Descrever bem o sintoma já direciona metade da investigação:

Por que a prova calórica é o centro do exame

A maior parte das provas da VENG avalia o sistema como um todo. A prova calórica é a única capaz de estimular um labirinto por vez, irrigando cada conduto auditivo com ar ou água em temperaturas diferentes.

É essa separação que produz o dado mais valioso do exame: existe hipofunção de um dos lados e, se sim, de que magnitude. Essa informação responde à pergunta que orienta todo o tratamento — qual labirinto está comprometido. Sem ela, a reabilitação vestibular vira tentativa e erro, porque os exercícios de adaptação e habituação precisam saber onde atuar. A tontura passageira que a prova provoca por alguns segundos é exatamente a resposta que estamos medindo.

“Labirintite” é o nome popular de várias doenças

Vale uma correção útil: labirintite, no sentido médico estrito, é a inflamação do labirinto — um quadro relativamente incomum. No uso popular, a palavra virou guarda-chuva para praticamente qualquer tontura, e essa imprecisão tem custo real. O que costuma estar por trás:

Sinais de alerta que pedem avaliação médica imediata

A maior parte dos quadros vestibulares é benigna, mas alguns sinais indicam necessidade de avaliação médica com urgência, e não apenas de exame agendado:

Outras dúvidas sobre a VENG

A VENG diagnostica labirintite?

Ela identifica se há disfunção vestibular, qual labirinto está comprometido e qual a magnitude da assimetria. O termo popular labirintite abrange quadros distintos, e é justamente essa diferenciação que o exame permite fazer.

Porque supressores labirínticos aliviam o sintoma sem tratar a causa e, em uso prolongado, podem até atrasar a compensação natural do sistema vestibular. Se o quadro persiste, a investigação precisa ser refeita.

Sim. O sistema vestibular e a cóclea são estruturas distintas, ainda que vizinhas. É perfeitamente possível ter disfunção vestibular com audição normal — a neuronite vestibular é o exemplo clássico.

Sim. Disfunção vestibular é fator de risco relevante para quedas em idosos, e a identificação permite planejar reabilitação vestibular direcionada, reduzindo o risco.

VENG por região

Fontes e referências

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