Teste da Orelhinha em Águas Claras

TRIAGEM AUDITIVA NEONATAL EM ÁGUAS CLARAS - DF

Cinco minutos no primeiro mês que definem os próximos anos de linguagem

O teste da orelhinha em Águas Claras é realizado no INAB — Instituto de Neuroaudiologia de Brasília, na Rua das Paineiras, 3, Edifício Cosmopolitan. Tecnicamente chamado de Triagem Auditiva Neonatal, ele usa as Emissões Otoacústicas para verificar se a cóclea do bebê está respondendo ao som.

É indolor, dura cerca de cinco minutos e costuma ser feito com o bebê dormindo. Nenhuma outra intervenção de tão baixo custo e tão baixo incômodo tem impacto comparável no desenvolvimento infantil — porque os primeiros meses são justamente a janela em que o cérebro organiza a linguagem a partir do que escuta.

Teste da orelhinha em Águas Claras: triagem auditiva neonatal em bebê realizada no INAB

Por que o teste é obrigatório por lei

A Lei nº 12.303/2010 tornou obrigatória e gratuita a realização do exame de Emissões Otoacústicas Evocadas em todos os hospitais e maternidades brasileiras, para todas as crianças nascidas em suas dependências.

A razão é estatística e é urgente. A perda auditiva está entre as alterações congênitas mais frequentes, e é invisível: um bebê que não ouve chora, mama e dorme exatamente como qualquer outro. Sem triagem universal, o diagnóstico só chegaria quando a fala não aparecesse — por volta dos dois anos, com a janela crítica de aquisição da linguagem já em grande parte consumida.

Quando fazer: a regra 1-3-6

O protocolo internacionalmente adotado e recomendado pelo Ministério da Saúde organiza-se em três marcos:

Indicadores de risco que exigem acompanhamento

Alguns bebês passam no teste da orelhinha e ainda assim precisam de acompanhamento audiológico, porque certas condições associam-se a perdas auditivas de instalação tardia ou progressiva:

“Falhou” não quer dizer surdez

Esta é a informação que mais tranquiliza as famílias que chegam ao INAB depois de uma falha na maternidade. A triagem é deliberadamente sensível: ela prefere errar para o lado do encaminhamento desnecessário do que deixar passar um caso real.

Resíduo de vérnix no conduto, líquido na orelha média — comum nos primeiros dias — ou ruído ambiente durante o registro produzem falha sem que exista qualquer lesão coclear. Por isso o passo seguinte nunca é o desespero: é repetir. Se a falha persistir no reteste, seguimos para impedanciometria e PEATE/BERA, que estimam objetivamente os limiares auditivos e fecham o diagnóstico.

Como preparar seu bebê para o exame

Não há preparo clínico — sem jejum, sem medicação, sem restrição. O que existe é uma estratégia prática que aumenta muito a chance de o exame sair de primeira:

Onde fazer o teste da orelhinha em Águas Claras

O INAB atende na Rua das Paineiras, 3 — Bloco A, Sala 409, Edifício Cosmopolitan, Águas Claras, Brasília — DF, com acesso pelo Pistão Sul, pela EPTG e pelas estações do Metrô-DF.

Recebemos famílias de Águas Claras, Vicente Pires, Taguatinga, Guará, Arniqueiras, Park Way e Sudoeste. Casos de reteste e bebês com indicadores de risco têm prioridade de agenda — o cronograma 1-3-6 não admite fila. Agende pelo WhatsApp (61) 99965-5533.

Perguntas frequentes

Com quantos dias de vida fazer o teste da orelhinha?

O ideal é entre 24 e 48 horas de vida, ainda na maternidade. Se não foi feito lá, deve ser realizado até o primeiro mês de vida.

Não. É totalmente indolor: apenas uma sonda macia é colocada na entrada do conduto auditivo. Não há agulhas, eletrodos ou corrente elétrica.

Não, e é melhor que esteja dormindo. O sono natural reduz movimento e ruído, o que melhora significativamente a qualidade do registro.

Falha não significa surdez. Vérnix no conduto, líquido na orelha média ou ruído ambiente causam falha sem lesão auditiva. O passo correto é repetir o exame em até 30 dias e, se persistir, seguir para impedanciometria e PEATE/BERA.

Se houver indicadores de risco — UTI neonatal prolongada, ototóxicos, infecções congênitas, histórico familiar —, sim: é necessário acompanhamento audiológico até os 3 anos, porque existem perdas de instalação tardia.

O teste da orelhinha usa Emissões Otoacústicas e avalia a cóclea; é uma triagem. O BERA/PEATE avalia toda a via auditiva até o tronco encefálico e estima limiares — é o exame diagnóstico, indicado quando a triagem falha.

Fontes e referências

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