Triagem Auditiva Neonatal em Brasília

TRIAGEM AUDITIVA NEONATAL - BRASÍLIA, DISTRITO FEDERAL

Da triagem ao diagnóstico: o percurso completo, sem perder a janela

A triagem auditiva neonatal em Brasília é realizada no INAB — Instituto de Neuroaudiologia de Brasília, unidade em Águas Claras, Região Administrativa do DF. Somos referência no Distrito Federal justamente na etapa que costuma travar: o que fazer depois que a maternidade indica falha.

Triagem é um filtro, não um diagnóstico. Ela responde “passou” ou “falhou”, e nada além disso. O que define o futuro linguístico de uma criança com perda auditiva não é a triagem em si — é a velocidade e a qualidade da investigação que vem depois dela. Esse percurso completo é o que oferecemos aqui.

Triagem auditiva neonatal em Brasília: exame de emissões otoacústicas em recém-nascido no INAB

As duas tecnologias de triagem e quando cada uma é usada

Nem toda triagem neonatal usa o mesmo exame. A escolha depende do perfil de risco do bebê, e confundir as duas gera falso alívio:

O que acontece quando a triagem indica falha

A conduta é escalonada e cada etapa responde uma pergunta específica. No INAB, o percurso é:

Por que o prazo importa tanto

Os primeiros meses de vida não são apenas o começo cronológico do desenvolvimento — são um período de plasticidade excepcional em que o córtex auditivo se organiza a partir do estímulo que recebe. Privação sonora nessa fase tem consequências que a intervenção tardia não reverte por completo.

É por isso que o protocolo 1-3-6 é tão insistente: triagem até 1 mês, diagnóstico até 3 meses, intervenção até 6 meses. Crianças diagnosticadas e atendidas dentro dessa janela apresentam desenvolvimento de linguagem substancialmente melhor do que as diagnosticadas depois. O prazo não é burocracia — é neurobiologia.

Perda auditiva tardia: quem passou também precisa de atenção

Um erro comum é tratar a triagem neonatal como um selo definitivo. Nem toda perda auditiva é congênita: parte se instala nos primeiros anos, por causas genéticas de expressão tardia, infecções ou uso de medicamentos.

Por isso bebês com indicadores de risco — permanência em UTI neonatal, ototóxicos, hiperbilirrubinemia com exsanguineotransfusão, infecções congênitas do grupo STORCH, histórico familiar, síndromes genéticas, anomalias craniofaciais ou meningite bacteriana — devem manter acompanhamento audiológico até os três anos, mesmo tendo passado na triagem inicial.

Sinais de alerta no desenvolvimento auditivo

Independentemente do resultado da triagem, a observação dos pais continua sendo um instrumento valioso. Procure avaliação se notar:

Onde fazer a triagem auditiva neonatal em Brasília

O INAB atende na Rua das Paineiras, 3 — Bloco A, Sala 409, Edifício Cosmopolitan, Águas Claras, Brasília — DF, com acesso pela EPTG, pelo Pistão Sul e pelo Metrô-DF.

Recebemos famílias do Plano Piloto, Sudoeste, Octogonal, Lago Sul, Lago Norte, Guará, Park Way, Taguatinga e Vicente Pires. Casos de reteste e bebês com indicadores de risco recebem prioridade na agenda. Agende pelo WhatsApp (61) 99965-5533.

Perguntas frequentes

Qual a diferença entre triagem e diagnóstico auditivo?

A triagem responde apenas “passou” ou “falhou”. O diagnóstico determina se existe perda auditiva, de que tipo, em que grau e em quais frequências — o que exige PEATE com pesquisa de limiares, impedanciometria e EOA diagnósticas.

Não. Bebês com indicadores de risco devem ser triados com PEATE automático, porque a neuropatia auditiva cursa com emissões otoacústicas presentes e PEATE alterado — e passaria despercebida em uma triagem só por EOA.

Em até 30 dias após a falha na triagem inicial. Adiar comprime o cronograma 1-3-6 e reduz a margem para concluir o diagnóstico até os três meses.

Sim. A Lei nº 12.303/2010 tornou obrigatória e gratuita a realização das Emissões Otoacústicas Evocadas em todos os hospitais e maternidades para as crianças nascidas em suas dependências.

Sim. Passar na triagem neonatal não exclui perdas de instalação tardia nem outras causas de atraso de linguagem. Atraso de fala sempre justifica avaliação audiológica e fonoaudiológica.

Não. Tanto a triagem por EOA quanto o PEATE automático são feitos com o bebê em sono natural. Sedação não faz parte do protocolo de triagem.

Fontes e referências

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